MotoGP, Darryn Binder: “Se não funcionar, vou para o Moto2 e continuo feliz”
Darryn Binder está ciente de que não há oportunidades para todos os pilotos de MotoGP continuarem na grelha em 2023, admitindo que ele próprio pode ser ‘sacrificado’. Contudo, o sul-africano diz que, se a sua carreira tiver de continuar no Moto2, não há problemas com isso.
“Esperava saber alguma coisa nesta altura. Até agora, senti que tenho tido oportunidade de manter o meu lugar. Mas, ao mesmo tempo, sei que há mais pilotos do que lugares para 2023, e eu estou em baixo na lista. Se a oportunidade no MotoGP existir, espero saber nesta pausa de verão qual é o ponto de situação. Se a oportunidade não existir, temos de olhar para as opções que tenho no Moto2”, disse.
“Acho que a equipa não esperava muito mais do que tenho feito. Talvez os tenha surpreendido de alguma forma, porque acho que alguns pensavam que ia ter mais dificuldades do que tive. Estou a fazer o meu melhor, a tentar tirar o máximo da oportunidade que me deram. Se não funcionar, vou para o Moto2 e continuo feliz. Vou continuar a conduzir uma moto”, referiu.