Vito Ippolito pensa em alterações no Moto2
Desde 2010 que a categoria intermédia do Mundial de Motociclismo, o Moto2, é composta por motores de 600cc a quatro tempos. O objetivo passava por ter uma categoria mais barata e acessível aos fabricantes de chassis que não marcam presença na classe-rainha, o MotoGP. No entanto esta categoria veio a revelar-se cara e tem sido dominada nos últimos tempos pela Kalex, que na temporada passada tinha 21 motos no total do plantel.
Esta situação levou mesmo a Suter a abandonar o Mundial, agravando o cenário de crise do Moto2. Perante esta situação, o presidente da FIM, Vito Ippolito, pensa em trocar as 600cc a quatro tempos pelos propulsores de 500cc a quatro tempos de dois cilindros. Esta solução poderia a partir de 2018, altura em que termina a ligação da Dorna à Honda, o atual fornecedor de motores.
“Esperava que os construtores do Moto3 – Honda, KTM e Mahindra- mostrassem a sua vontade em chegar mais tarde ou mais cedo ao Moto2, onde quem sabe com motos de 500cc bicilíndricas. o Moto2 é uma categoria que hoje em dia está em crise”, afirmou Vito Ippolito.